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Casos de lógica na cena do crime

O camião de tacos

Uma praça de Oaxaca · sexta-feira à noite, em maio · o último taco da noite · Dificuldade: Novato 2 · 6×6

Oaxaca, uma sexta-feira quente de maio, à noite. O pequeno camião de tacos da praça tinha acabado de vender os últimos tacos al pastor, a chapa arrefecia e os últimos clientes acabavam as suas horchatas debaixo das bandeirinhas de papel. Então ouviu-se um grito: Virgilio, o vendedor de mezcal que devia dinheiro a toda a gente, foi encontrado morto. A banda nunca tocou a sua última canção.

Regras

  1. Cada linha e cada coluna tem exatamente uma pessoa. Assim que colocares alguém, risca toda a sua linha e a sua coluna.
  2. «Ao lado» = diretamente à esquerda, à direita, acima ou abaixo, e na mesma área. As casas com objetos (a chapa, o balcão, o carrinho de elotes, a geleira, as mesas, a fonte e as árvores) não podem ser ocupadas; os banquinhos e os bancos podem.
  3. O assassino estava a sós com a vítima: mais ninguém se encontrava nessa área.

Declarações

  • Alejandra (a taquera dona do camião): Estava ao lado da geleira.
  • Bartolo (o sobrinho dela, que anota os pedidos): Estava no Piquenique.
  • Citlali (uma professora primária): Não estava ao lado do carrinho de elotes. Não estava ao lado da fonte.
  • Dorotea (a trompetista da banda filarmónica da praça): Estava na primeira coluna.
  • Efraín (um taxista): Estava sentado num banquinho de bar.
  • Virgilio (um vendedor de mezcal): A vítima. Foi encontrado na Praça, ao lado de uma árvore – sozinho com o assassino.

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